A obra do Senna Tower, em Balneário Camboriú, acaba de vencer a etapa mais difícil de um arranha-céu: a fundação. É também a menos visível, porque acontece toda abaixo do chão. Com ela concluída, o futuro residencial mais alto do mundo deixa o subsolo e começa a ganhar corpo. Veja o que já foi feito e o que vem pela frente.
A obra do Senna Tower e uma fundação fora da escala

Para sustentar uma torre de mais de 500 metros, a FG Empreendimentos executou 798 estacas. Algumas chegam a 40 metros de profundidade, ancoradas em rocha. Somadas, elas passam de 30 quilômetros lineares.
Além disso, a etapa consumiu mais de 12 mil metros cúbicos de concreto. Foram também cerca de 1,8 mil toneladas de aço. Segundo a construtora, é um volume comparável ao de dois prédios de 50 andares — só que todo enterrado.
A tecnologia por trás das estacas
As estacas são do tipo Augercast, com 60 centímetros de diâmetro e armadas em toda a extensão. Esse método distribui melhor as cargas e dá mais flexibilidade à estrutura.
Durante a concretagem do grande bloco de fundação, a obra usou cerca de 1,6 mil toneladas de gelo. Assim, foi possível controlar a temperatura do concreto, que esquenta ao endurecer. Isso evita fissuras em peças desse tamanho.
Vendas: um ano de recordes
Em paralelo à obra, o Senna Tower completou um ano de lançamento com cerca de 60 das 228 unidades vendidas. Entre elas estão 10 das 18 mansões suspensas. As vendas somam aproximadamente R$ 2,48 bilhões.
Um dado chama atenção. Segundo a FG, cerca de 80% dos compradores escolheram o Senna Tower como primeira ou segunda moradia. Ou seja, a maioria comprou para morar, e não só para investir.
O que vem a seguir no Senna Tower
Com a fundação pronta, a próxima fase é a estrutura. A partir de agora, a torre deve começar a aparecer no horizonte. Ela fica na Avenida Atlântica, de frente para a Praia Central.
O projeto também já revelou novidades da área de bem-estar. Ela terá spa, sauna e uma academia a cerca de 200 metros de altura. Além disso, as duas megacoberturas triplex, de 903 m², devem ir a leilão internacional em 2027.
Pelo cronograma da construtora, a entrega da obra do Senna Tower está prevista entre 2033 e 2035.
Linha do tempo da obra do Senna Tower
Para entender em que ponto a obra está, vale olhar o cronograma completo divulgado pela construtora:
- 2023 — Serviços preliminares: instalações provisórias e fechamento do terreno.
- 2024 — Mobilização e escavação: limpeza do canteiro e início da contenção.
- 2025 — Contenção e fundações: escavação profunda e início das estacas e blocos.
- 2027 — Subsolos: conclusão das fundações e estrutura inicial dos subsolos.
- 2028 — Torre e instalações: estrutura dos pavimentos, elevadores, áreas comuns e início das fachadas.
- 2029 — Acabamentos: fachada externa, climatização, geradores, pisos e revestimentos.
- 2030 — Finalizações: pintura, iluminação, paisagismo, decoração e início dos testes.
- 2033 a 2035 — Entrega: testes finais, vistorias, documentação e entrega formal.
Ou seja, a conclusão da fundação marca a passagem da fase subterrânea para a fase em que a obra fica visível. Por isso, os próximos meses devem ser os mais marcantes para quem acompanha o projeto de perto.
Vale lembrar que, segundo a própria FG, a intenção é antecipar a entrega em relação ao cronograma oficial. Portanto, as datas acima funcionam como referência, e não como prazo fechado.
Acompanhe o Senna Tower de perto
Quer saber mais sobre a tecnologia que vai estabilizar a torre? Leia nosso artigo sobre o TMD, o amortecedor que protege a torre do vento. Para conhecer o projeto completo, veja as plantas do Senna Tower.
Já quem quiser ver as unidades disponíveis agora pode conferir no portal. Hoje, por exemplo, há um apartamento de 300 m² com 5 suítes disponível no Senna Tower.


